A segunda cirurgia foi marcada para o Hospital Memorial São José. Deu um problema (Prefiro não entrar em detalhes). Eu achei bom o adiamento, pois evitava uma nova notícia ruim. Uma possível mastectomia radical.
Quatro dias depois do adiamento, chegou o momento da cirurgia no Hospital Esperança. Dr. Artur explicou os passos da cirurgia:
1) Seria retirado um quadrante no local do tumor e também a retirada de um linfonodo do braço esquerdo.
2) Eu levaria as peças cirúrgicas para análise por congelação no laboratório da Dra. Telma.
3) Caso os resultados fossem negativos, a mama seria preservada e não haveria mastectomia radical.
Na metade da cirurgia fui chamado no bloco cirúrgico para levar as peças para a biópsia. Sai com Carlinhos dirigindo direto e rápido para o laboratório.
Ao voltar para o hospital, fui chamado novamente no bloco cirúrgico para levar nova peça cirúrgica. PÂNICO TOTAL. O resultado tinha dado inconcluso. Voltei ao laboratório com a nova peça, e retornei ao hospital, esperando a ligação do Dr. Artur.
Após 1 h, Dr, Artur ligou dando a boa notícias. Todas as biópsias tinham dado negativas e a mama seria preservada. Alegria total. O câncer nem foi lembrado, o importante era não traumatizar Neide.
Dr. Artur informou que como tudo tinha dado negativo, provavelmente não seria necessária Quimioterapia. A radioterapia seria obrigatória, pois quando se preserva a mama, a radio tem de ser feita. Porém era necessário aguarda o exame IMUNO-HISTOQUÍMICO que seria feito em SP. Só após a chegada do resultado é que iríamos para o oncologista clínico: Dr. Romildo.
Justo o que eu procurava sobre peça cirurgica
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